quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Dia da roupa errada
sábado, 16 de agosto de 2008
Algumas mulheres são assim...
Você me deu flores, mas eu queria bombons também. Você não me mandou uma mensagem no começo do dia, mas me mandou no final, linda mensagem. Só que eu queria duas. Você me abraçou, disse que tinha encontrado o amor da sua vida, mas não me disse que me amava. Você veio me buscar, mas eu queria que você chegasse mais cedo. Eu quero sempre mais do que você me dá, mesmo se você me der tudo. Será que o problema está no que me falta em você ou em você?
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Suas incompreensíveis, insensíveis e doidas.
Em uma hora são o maior doce do mundo. Segundos depois, somos uns monstros que fizemos a maior atrocidade do mundo que nem percebemos!
A coisa mais "engraçada" em vocês - engraçada de uma forma bem irônica, já que quem acaba rodando na brincadeira é a gente, machos da espécie ser humano do caral** (eu já mencionei aqui que odeio seres humanos?) - é que vocês ficam revoltadas com qualquer coisa e querem que a gente advinhe a neura de vocês!
"Você não fez nada!?"
"Você nunca faz nada, você é um santo"
Porra, meo, eu tenho Alzheimer! Respeite o meu direito de não saber/lembrar o que quer que seja! Todo homem deveria reinvindicar esse direito!
Então, se eu não lembro, eu não fiz!
Então, se a maionese no seu sanduiche a irrita, beibe, se a tampa da privada não está abaixada, não se estresse, você ainda pode ser feliz. É só fazer a droga do seu sanduiche e abaixar a droga da tampa.
Agora não enche o saco que tá na hora do futebol. =P
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Insatisfeita por natureza
Nem do meu corpo.
Nem das minhas unhas.
Não gosto das minhas roupas.
Nem do meu peito e nem da bunda.
Acho tudo muito chato, muito abaixo do nível esperado.
Sempre espero mais.
A roupa de outra pessoa é sempre mais legal que a minha
e nada no guarda-roupa fica bom, mesmo que seja recém comprado.
Não gosto de nada que compro.
Uso salto alto, mas acho que não combina com o meu estilo.
Não sei passar maquiagem, mas se fico um tempo sem passar me sinto feia.
Minhas bijouterias são inúlteis, porque nunca uso nenhuma.
E as bolsas não combinam com os sapatos.
De uma hora pra outra mudo de idéia...
Não gosto mais do namorado, do emprego, da casa.
Não gosto nem de praia nem do campo e menos ainda da cidade.
Detesto calor, mas não me sinto bem no inverno.
Depois de quatro dias estranhos mudarei de opinião e tudo vai ser lindo!
Após 28 dias entrarei em pânico e o mundo vai ser gordo, feio e cheio de espinhas.
Será que só eu sou assim?
terça-feira, 3 de junho de 2008
Em nova fase (será?)
Sim, existia a remota idéia de abandoná-lo apóso fim do semestre, mas no fim das contas isso acabou não passando pela cabeça de ninguém.
Essa semana estamos em prova (imagine só : TPM+prova !! Isso até daria uma equação aos modos do Paulo), portanto acho que nem todo mundo vai postar, mas não por falta de assunto (espero)!!
Acredito que continuaremos com o mesmo esquema de postagem, mas se alguma mudança acontecer, vocês, nossos queridos leitores serão avisados.
Hoje eu estava pensando sobre os conteúdos destinados as mulheres e sobre a origem deste blog.
Inicialmente pensamos que falar do universo feminino seria normal, mas com o tempo acabei percebendo que cada uma das pessoas desse blog tem um jeito de escrever e beeem diferente das outras, sem contar o Paulo, que está aqui para aporrinhar nossa vida (sem maldades...)
Eu nunca quis que isso se parecesse com um blog de "menininha", e isso eu posso dizer que ele não foi. Falamos de maquiagem, dieta, etc, mas de uma forma diferente. Mostramos o que a gente não gosta e não apenas um reflexo do que é feito por ai.
Sei que acaberemos todas adorando as revistas femininas, aquelas que ensinam como se vestir bem, como emagrecer 23 quilos em dois dias e como conquistar aquele cara perfeito sendo você mesma e blábláblá, mas por enquanto eu tento fazer alguma coisa mais, como poderia dizer, "autoral"....

Espero que o futuro desse blog não seja fazer a cobertura de uma inauguração de loja, tipo Victor Hugo ou sei lá o que. Espero que possamos continuar a desabafar semanalmente, mostrando que po
r trás de todo esse rímel e de todo esse blush existe um ser que sabe pensar!!Boa semana e até segunda...
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Madame Butterfly

segunda-feira, 19 de maio de 2008
Fairytopia
Sim, foi com essa descrição de mulher perfeita que eu cresci, na verdade, foi essa a descrição de boneca perfeita.

Barbie....o sonho de consumo de qualquer menina (ou da maior parte) .
Eu odiava outras bonecas...nenhuma era tão bonita, nem tinha as roupas mais fashions do que ela.
E ela namorava o Ken, aquele boneco bonito, loiro, forte e com o cabelo mais charmoso dentre os outros bonecos...
O meu padrão de beleza era ela. Até queria ser igual a minha mãe (todas queremos), mas isso é porque via ela todos os dias, pois no fundo sonhava em ser tão perfeita quanto uma Barbie.
Cresci e fiquei neurótica, pois meu cabelo não era loiro, meu corpo não era nem de longe tão magro e eu nem arrumava uns caras tão gatos para ficar.
Daí eu fiquei mais velha e esqueci da Barbie.O fato é que os padrões de beleza tomam conta da nossa vida desde crianças. Nós somos condicionadas a pensar que apenas um corpo perfeito é bonito, que só seremos aceitas na sociedade se formos.......perfeitas!!
Isso é horrível! A Barbie nunca teve espinhas, nunca teve TPM e nunca teve que fazer o impossível para chamar a atenção de nenhum cara.
Ela era linda apenas porque nós achavamos ela assim... Se eu preferisse a Susi (versão brasileira mal feita) meu padrão de beleza seria outro e talvez hoje eu não achasse as modelos magérrimas muito mais atraentes do que eu.
Eu espero criar minhas filhas (se é que um dia vou tê-las) em um mundo sem barbies e sem modelos tão magras.
Quem sabe assim tenhamos mulheres menos neuróticas num futuro distante...
sábado, 17 de maio de 2008
A mulher ideal.
Normalmente, você não pode comprar o automóvel dos seus sonhos, automóveis costumam ser muito caros – mais um ponto em comum com as mulheres... -, por isso acabamos optando por uma alternativa palpável.
Para tal, temos alguns quesitos de avaliação.
- Verifique o Design.
Um design moderno sempre é interessante. Verifique os faróis dianteiros. Sempre é bom ver o porta-malas, às vezes a aparência externa engana e o espaço é menor do que aparenta ser. Lembre-se, por mais interessante que possa parecer, evite o modelo Perua!
- Verifique o ano.
Com o passar do tempo, o item se desvaloriza no mercado, é inevitável.
- Observe o estado de conservação da lataria.
Se já passou pela funilaria e pintura, por mais que o serviço possa ter sido bom, aponta para um histórico de problemas com o equipamento. Desconfie!
- É boa de curvas?
Lembre-se, as maiores emoções estão nas curvas, mas nem todas as curvas têm emoções. Verifique o sentido, para que não aconteça nenhum problema com excesso de peso.
- É macia?
De duro, já basta você. Pergunte ao Ronaldinho.
- Possui air bag duplo frontal de bom volume?
Item de fábrica indispensável. Pessoalmente, é dos meus brinquedos prediletos.
- É econômica?
Gastar é inevitável. Gastar além da conta é burrice. Sempre há um bom modelo com um custo mais baixo.
- Faz pouco barulho?
Lembre-se, elas falam 5x mais do que você consegue ouvir. E você não quer que o Kassab apreenda o seu carro por violar o Psiu...
- Esquenta rápido?
Nada pior que estar na febre de “dar uma volta” e ter que ficar esquentando o motor...
- Faça o test drive com quantas opções puder.
Nada melhor que testar para ter a confiança de ter feito a escolha certa.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
O monstro de olhos verdes

Para alguns o ciúme é um sentimento de zelo, um sinal de amor, até mesmo um “tempero” para a relação; para outros é prova de baixa auto-estima, insegurança, é o veneno dos relacionamentos. Para Sócrates o ciúme se define como “a dor da alma”, e William Shakespeare o chamou de “monstro de olhos verdes” em sua obra “Otelo – O Mouro de Veneza”.
Existem tipos diferentes de ciúmes, o ciúme normal, que se baseia em fatos reais, e o patológico, quando já se torna doentio, a ponto de fazer a pessoa imaginar e criar situações, fuçar nas coisas do outro. Mas, como saber quando o ciúme se torna patológico? A partir do momento que o comportamento se torna obsessivo, por exemplo, se o seu namorado diz que vai pra um barzinho com os amigos e você já fica cheia de caraminhola na cabeça e liga pra ele a cada 5 minutos, só pra se certificar que ele está lá mesmo e, principalmente, escutar o barulho do ambiente tentando detectar alguma voz feminina. Ou então a simples menção de uma ex ser motivo para uma cena gigantesca onde a agressividade pode estar presente em palavras, ou até mesmo física.
Querendo ou não, todo ciumento vive em eterno sofrimento, haverá sempre algo o incomodando quando o parceiro estiver longe. Na minha opinião o ciúme é um sentimento que não há como evitar, por menor que seja, ele sempre vai estar nos acompanhando, seja por uma palavra dita para outro e não para você, seja por um presente maior pro outro, num cuidado a mais. Claro que alguns são mais ciumentos do que outros, mas, pra mim, todos nós, em muitos momentos, temos o desprazer de senti-lo. O importante é apenas saber lidar com ele.
“No banquete do amor, o ciúme é o saleiro, que ao querer verdadeiro empresta vivo sabor. Advirta-se, porém, ser erro temperar em demasia. O ciúme, por ser só sal um retrato, se posto demais no prato, não tempera, antes maltrata.”
terça-feira, 13 de maio de 2008
A melhor parte
segunda-feira, 12 de maio de 2008
O poder da maquiagem
cho maquiagem dispensável. Porém, após os comentários de alguns amigos, eu confirmei que produção agrada o gosto de todos. Confirmei também que em dias tristes ou de tpm, ficar produzida é uma boa solução.sexta-feira, 9 de maio de 2008
Vou ter que falar sério, mas não tão sério.
Sou obrigado, pela primeira vez – e espero que única -, a falar sério neste blog. Por um motivo óbvio, falarei para as mães, já que estamos à beira do dia das mães. ¬¬ Este vai ser mais um daqueles textos parabenizando a quem muito merece. Mas eu quero fugir um pouco dos clichês.
Você, minha senhora, dona mãe, é uma vencedora, uma felizarda. Primeiro, porque passou nove meses carregando um ser humano na barriga. Além da lordose, uma baita de uma musculação. Mas seu maior prêmio é não ter que ficar sangrando por alguns dias. Mas isso acarreta em algo drástico, uma espécie de TPM homeopatizada.
São nove meses de “doce”. Desejos, vontades e chantagens emocionais. Neuras, birras, enjôos, sentimentalismo bizarro e outros itens de série também inclusos. E tudo isso para agüentar um maldito de um ser humano na barriga.
Depois de todo esse sacrifício vem o pior de tudo; o troço nasce. É, isso mesmo! Ele sai da barriga e quando você pensa que está livre, vê que ficou ainda mais ferrada.
Se achou que já era muito, você ainda tem que amamentar aquele joelho com orelhas! Pô, e o macho do seu marido/esposo/namorado/caso/sacana-que-te-engravidou não faz nada? Exato, ele não faz nada, só assiste e fica babando! =P
É ai, minha cara, que você vira mãe. Carregar, parir é apenas parte de um mero ciclo biológico. Agora, mãe, essa que a gente tem que abraçar e dizer um belo “te amo muito” neste domingo que se avizinha, é a que dá amor, a que ensina, cria, molda o caráter.
Mãe é aquela que está do lado, cuidando daquele arranhão que você teve num tombo besta, briga quando você aprontou na escola, lhe abraça quando você está engolindo o choro para não demonstrar que está aos cacos de tristeza. Mãe é quem ama sem pedir licença, sem marcar hora ou lugar.
Toda mulher pode dar a luz, mas ser mãe é para poucas. Agüentar todas as nossas picuinhas, as birras, manhas, traquinagens e ainda dar um beijinho de boa noite enquanto nos cobre com o cobertor.
A gente costuma comprar um presente para uma mulher nesses segundos domingos de maio. Mas a gente se engana, nisso. Se for pra presentear quem é mãe na nossa vida, a gente acaba por ser egoísta.
Quem é que não tem uma avó, tia, prima, sogra, amiga, madrasta, vizinha, professora, ou sei lá o que for que não faz um tanto de coisas que poderíamos até chamá-la de mãe? Eu mesmo tenho no mínimo umas dez que se preocupam, me puxam a orelha e me querem bem. Devemos a essas mulheres, também, um especial carinho neste domingo.
E a você que é, será, foi, quase é, está perto, só um pouquinho ou nem sabe mais é mãe, obrigado por tudo que fez e faz, pelo seu saco em suportar esses malditos seres humanos, isso a torna incrível. Desejo a todas um feliz dia das mães!
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Um super olhar ... e um pulso forte
Com licença mãe e leitores, mas peço que me deculpem pela ausência da semana passada, mas tive um pequeno probleminha com a internet em Guaratinguetá, e o nosso super homem, não estava lá para me salvar. Vejam, eu não deixo de chamar os homens pra executar estas funções assim super complexas: como mecher no fio da TV, pegar a mala pesada ainda que seja eu...adoro um colinho, ou ainda fazer um furo na parde, e claro abrir aquele vidro de palmito rsrs. Percebeu Paulo, o quanto estou longe da TPM... terça-feira, 6 de maio de 2008
Palavra de homem
E foi assim que eu peguei meu caderninho e comecei a escrever. Obrigada, mundo sexista.
domingo, 4 de maio de 2008
Quando o primo Chico chega você...
Para minha surpresa, devorar toneladas de bombons foi uma alternativa pouquíssimo assinalada, apenas 5% dos votos inválidos. Isso explica, por outro lado, a decadência da famigerada barra de chocolate Milkbar, que tinha umas vaquinhas holandesas na embalagem. Como seu projeto inicial era aproveitar-se das mulheres de Chico e a decadência do chocolate como subterfúgio, o produto encalhava nas prateleiras da mercearia da esquina da Rua Francisco da Lira com o nada, aqui em frente a minha casa.
Para mostrar sua insignificância estatística, outros 5% disseram ficar normais durante a visita familiar. Como essa normalidade é completamente questionável nos períodos naturais, essa alternativa pode ter sua relevância igualada a zero e só atesta a periculosidade da situação em sua pouca observância por parte de nossas queridas tpmisiticas amigas.
De forma interessante, 15% se sentem uma bola. Algumas são mesmo, então, nada de extraordinário. E sim, quando você se sente gorda, você está gorda, mesmo que seu peso seja de 32 kg.
Fica carente, mas com razão; foi a alternativa assinalada por mais 15% de nossas heroínas. Qual a razão eu não sei, mas elas ficam carentes e ainda acham que estão certas. Como eu sei que hoje até aceitam o TPM como álibi para crimes contra a integridade física de Paulo Rhedy, me absterei de comentar essa alternativa de forma jocosa.
“Fica sensível, porém a culpa é dele”. Ainda bem que é dele e não minha. Fica tranqüilo na convivência com todas as mulheres que estão nos 21% que votaram nesta alternativa.
Agora, a grande vencedora foi “Fica irritada, mas o que pode fazer se tem tanto imbecil ao seu redor?”. Engraçado, só por que o mundo ao seu redor não a compreende e você é uma injustiçada por passar por um momento tão conturbado - que ninguém mais passa e sabe como é, afinal você é a única mulher do mundo a passar por isso... - tanto que você se vê no direito de distribui marcas de suas lindas ferraduras no resto do mundo ou de quem resolver passar, por um acaso, a sua frente.
Agora, o mais sensacional foi saber que há pessoas que não sabem quem é o primo Chico. Bem, para vocês, só posso dizer uma coisa, esse blog é para maiores de doze (12) anos, capisce?
terça-feira, 29 de abril de 2008
A conversa de verão que esvaziou minha estante

Uma vez fui com minhas irmãs para um hotel na praia. Que praia era, não importa. E o hotel importa menos ainda. O que importa aqui são as pessoas que a gente conheceu lá. Na verdade o que importa mesmo é o que uma das pessoas falou para a gente lá. O contexto era esse: praia, verão, carnaval, amigos novos, conversas de bar, etc. Havia muitos casais entre esses novos amigos, e o que nos falaram veio justamente do único rapaz sem um par. Era estranho isso: ele não ter ninguém. Era um cara bonito, engraçadíssimo, divertido, boa companhia e tudo mais... Um daqueles dias estávamos eu e minhas irmãs conversando com ele sobre relacionamentos, e a dificuldade de encontrar alguém entre 6 bilhões de possibilidades que existem por aí. Eis que ele nos falou porque estava sozinho:
-Na minha vida sempre existiram várias mulheres. Eu sempre
gostei de colecioná-las. Se vocês me conhecessem há uns anos atrás eu
provavelmente estaria acompanhado de alguma delas. Isso mudou com o tempo. Não sei se foi a maturidade, os caminhos que segui, ou o quê, mas alguma coisa mudou em mim. Eu sempre guardava as meninas interessantes que ficava por que eu
pensava: "Eu poderia amar essa garota", mesmo que eu não estivesse gostando
dela, eu pensava: "Ela é atraente, interessante, engraçada... Eu poderia de fato
amá-la". Então eu a guardava na estante das meninas que eu poderia amar. O fato
é que eu nunca amaria aquela garota. Nenhuma delas. Eu as deixaria na estante
por anos e anos até encontrar a garota de verdade. E aquelas coitadas ficariam
ali, esperando o dia que eu me entregasse de verdade. Aquele dia nunca viria e a
garota teria perdido um belo tempo comigo, que nunca iria amá-la. Não sei quando
exatamente parei de colecionar garotas, mas agora ando só. Eu viajo muito e por
isso sempre conheço gente nova. Deixo portas abertas para um dia encontrar
alguém que me deixe sem respiração. Nunca mais eu penso em quem eu poderia amar, penso apenas se amo ou não. Se eu passo um belo tempo com uma pessoa, e não sinto que a vida seria um pouco mais sem graça sem ela, eu logo a deixo seguir
sua vida. Pode ser que eu seja um pouco frio ou insensível, mas é justamente o
contrário, eu estou poupando que ela perca mais tempo com a pessoa errada e
assim encontre quem vá amá-la como eu nunca iria.
Esse cara mudou minha vida. Nunca mais falamos com ele, nunca mais o vimos e nem sabemos como ele está, mas por causa dele, eu nunca mais pensei: “Poderia amar tal pessoa”. Não tenho estantes de possibilidades que nunca se tornariam opção. Ando só, mas tenho a certeza que também não estou na estante de ninguém.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Reflexos de um fim-de-semana incomum (ou de como eu fugi do tema pincipal do blog)
O post de hoje pode não ser sobre os assuntos que passam na cabeça de uma mulher com TPM, mas é sobre o que passou na minha cabeça por pelo menos 12 horas, durante essa Virada Cultural.

Vi pessoas que dão a impressão de ter saído do armário: todos pareciam diferentes, longe daqueles uniformes diários e das roupas comportadas.
Seria difícil agir dessa maneira sempre, principalmente porque o mundo não é receptivo o tempo todo.
São Paulo voltou a feder, voltou a ser ofensiva, voltou a ter as ruas tomadas por carros e não por pessoas como no mar de gente que eu vi ontem no show do Zé Ramalho. Um mar de gente cantando, pulando, suando (eca!!)...Esse foi um fim-de-semana que me fez sentir de diversas maneiras, até mesmo estranha por ser hetero ou por não fumar maconha.
Estranha também por ter optado em ser apenas jornalista, dessas que analisa as pessoas a distância, com um "Q" de sociólogo.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Direito de resposta
“Claro que o homem trai bem mais, e isso se deve à nossa cultura machista, onde o homem, na sua virilidade, precisa testar a sua masculinidade”.
Bem, isso é uma maldade. Coitadinha da sociedade! Ficam acusando-a de machista. Daqui a pouco vão acusá-la de ser membro da Ku Klux Klan!?
Quando é que vocês mulheres irão entender que homem não infiel por causa de uma sociedade machista – se o fosse, seria culpa de vocês mulheres mesmo -, mas por causa de sua genética.
Dentro do cromossomo Y há um gene chamado especificus homo sacanas sapiens (específico do sábio homem sacana). E esse gene deve ser respeitado. =P
O homem traí por que está na genética dele! Não dá, o cérebro do homem tem um detector de rabo de saia que, quando acionado, é inevitável, ele apronta.
Não é maldade. Não é que não gostemos de vocês. Na verdade, nós amamos vocês, o problema é que amamos tanto que não conseguimos amar apenas uma de vocês. Então, temos que distribuir esse amor.
Então, já vemos que Marina acertou quanto a ser uma questão de amor. Afinal, traímos por que amamos demais.
E veja, se a sociedade é machista, a culpa é das mulheres. Afinal, as mulheres são mães. E as mães educam os filhos. E mães machistas criam filhos machistas.
Afinal, o moleque cresce ouvindo a mãe falar que fulana de tal de minissaia é vagaba. E ele adora uma vagaba. Mas quando chama a vagaba de vagaba, é porque sua mãe dizia que ela era vagaba. E tudo isso por causa de uma inocente minis(micro)saia.
Daí, você diz, e o pai, que incentiva o filho a “pegar geral”, não é machista? Claro que não é! Só por que ele quer ensinar o filhão a aproveitar a vida da melhor forma!? Vocês são muito maldosas!
O Hugo que está certo! Vocês deveriam estar sob o regime igualzinho das sauditas. Vejam só que mal vocês causam para o feminismo, que devia ser coisa de vocês! =P
Vocês traíram o movimento feminista, velho!
Dado Dolabella sobre Mulheres do UTPM
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Viver, amar e trair

Há uma série de explicações biológicas para justificar a infidelidade, que vão desde a genética da pessoa até mesmo do seu comportamento social, como desejo de aventura ou outras necessidades relacionadas com a personalidade (ou seja, caras aventureiros, FORA!).
O que nos leva a cometer uma traição? Medo de ser traído? Falta de perspectiva na relação? Auto-afirmação? Tédio sem remédio?
Há milhares de motivos possíveis, milhares de desculpinhas esfarrapadas, mas a realidade é só uma, o homem não nasceu para ser monogâmico, e isso é fato provado
cientificamente, na natureza traição é regra. Até mesmo os cisnes são infiéis (quem imaginaria hein!!!).E quando eu digo homens eu me refiro à espécie humana em geral. Pois é, nós mulheres também temos nossa parcela de culpa, e não é pouca não! São 47% de mulheres traidoras para 60% de homens infiéis.
Claro que o homem trai bem mais, e isso se deve à nossa cultura machista, onde o homem, na sua virilidade, precisa testar a sua masculinidade.
Mas e quando se é traído? Quem aceita melhor a situação?
As mulheres, claro!!!! Também devido à sociedade machista, em que a mulher, sendo o pilar da relação, é que deve suportar tudo e tolerar. Sim, os tempos mudaram, mas nós não mudamos tanto assim! Já conheci mulheres e homens traídos, e posso afirmar que as mulheres aceitam muito mais facilmente que os homens. Fato!
Nós ainda temos que evoluir muito para o ser humano entender que, trair ou não, independe do sexo. Depende apenas do caráter e do amor que se tem.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
um desabafo....
No dia 22 de abril....ontem nós comemoramos o descobrimento do Brasil, certo? Não! errado, já sabemos que esta é uma farsa histórica, mas me pergunto, o que não é farsa neste país? Sabe aquele país alegre do carnaval, das praias bonitas, do "melhor" futebol do mundo, isto só existe na televisão e em tempo cronometrado...Indignação? sim, com certeza: no feriado de Tiradentes (21 de abril), enquanto eu retornava de um compromisso, feliz por tê-lo cumprido com êxito, animada com as perspectivas para o futuro, caminhando debaixo da garoa fina e gélida da Paulista, tropecei em algo que à primeira vista me parecia um bicho, lixo ou entulho. Mas...o lixo...era uma criança que dormia na sarjeta. Ela não acordou, não se queixou, nem se mecheu...mecheu sim comigo, mecheu com o meu mundinho hipócrita de futura jornalista, que pensa em ecrever, publicar, mudar o mundo....fiquei ali, sem ação por alguns minutos olhando aquela criança e pensando o que fazer?
Levá-la para casa? dar-lhe comida, cama...mas e a mulher que a acompanhava? Continuei pensando...devo escrever para o Kassab, para os vereadores, para o Serra, para o Lula, para a mãe do PAC...para Deus?! reclamar para quem?? de quem?
Depois daquela cena (jamais me esquecerei daquele rosto) com a face molhada de garoa e lágrimas...caminhei até o ponto, e enquanto aguardava o meu transporte, me deparei com uma frase: "Jornalismo não existe para mudar as sociedades, seja o setor delas que for; jornalismo serve para despertar interesses chamar a atenção, tocar consciências", Sérgio de Souza.
Quero chamar atenção, quero que ouçam, que leiam... ei... precisamos acabar com isso, há sonhos se perdendo, vidas se acabando, que apliquem o capítulo 5° da nossa Constituição, vamos aplicá-lo, vamos cobrar sua aplicação:
Será que é utopia tocar consciências?.....aquela menina pobre, negra, abandonada pelo poder público, por mim e por você tocou a minha.
