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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Suas incompreensíveis, insensíveis e doidas.

Vocês são loucas. Completamente piradas. Eu desisti de entender.

Em uma hora são o maior doce do mundo. Segundos depois, somos uns monstros que fizemos a maior atrocidade do mundo que nem percebemos!

A coisa mais "engraçada" em vocês - engraçada de uma forma bem irônica, já que quem acaba rodando na brincadeira é a gente, machos da espécie ser humano do caral** (eu já mencionei aqui que odeio seres humanos?) - é que vocês ficam revoltadas com qualquer coisa e querem que a gente advinhe a neura de vocês!

"Você não fez nada!?"

"Você nunca faz nada, você é um santo"

Porra, meo, eu tenho Alzheimer! Respeite o meu direito de não saber/lembrar o que quer que seja! Todo homem deveria reinvindicar esse direito!

Então, se eu não lembro, eu não fiz!

Então, se a maionese no seu sanduiche a irrita, beibe, se a tampa da privada não está abaixada, não se estresse, você ainda pode ser feliz. É só fazer a droga do seu sanduiche e abaixar a droga da tampa.

Agora não enche o saco que tá na hora do futebol. =P

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Vou ter que falar sério, mas não tão sério.

Sou obrigado, pela primeira vez – e espero que única -, a falar sério neste blog. Por um motivo óbvio, falarei para as mães, já que estamos à beira do dia das mães. ¬¬

Este vai ser mais um daqueles textos parabenizando a quem muito merece. Mas eu quero fugir um pouco dos clichês.

Você, minha senhora, dona mãe, é uma vencedora, uma felizarda. Primeiro, porque passou nove meses carregando um ser humano na barriga. Além da lordose, uma baita de uma musculação. Mas seu maior prêmio é não ter que ficar sangrando por alguns dias. Mas isso acarreta em algo drástico, uma espécie de TPM homeopatizada.

São nove meses de “doce”. Desejos, vontades e chantagens emocionais. Neuras, birras, enjôos, sentimentalismo bizarro e outros itens de série também inclusos. E tudo isso para agüentar um maldito de um ser humano na barriga.

Depois de todo esse sacrifício vem o pior de tudo; o troço nasce. É, isso mesmo! Ele sai da barriga e quando você pensa que está livre, vê que ficou ainda mais ferrada.

Se achou que já era muito, você ainda tem que amamentar aquele joelho com orelhas! Pô, e o macho do seu marido/esposo/namorado/caso/sacana-que-te-engravidou não faz nada? Exato, ele não faz nada, só assiste e fica babando! =P

É ai, minha cara, que você vira mãe. Carregar, parir é apenas parte de um mero ciclo biológico. Agora, mãe, essa que a gente tem que abraçar e dizer um belo “te amo muito” neste domingo que se avizinha, é a que dá amor, a que ensina, cria, molda o caráter.

Mãe é aquela que está do lado, cuidando daquele arranhão que você teve num tombo besta, briga quando você aprontou na escola, lhe abraça quando você está engolindo o choro para não demonstrar que está aos cacos de tristeza. Mãe é quem ama sem pedir licença, sem marcar hora ou lugar.

Toda mulher pode dar a luz, mas ser mãe é para poucas. Agüentar todas as nossas picuinhas, as birras, manhas, traquinagens e ainda dar um beijinho de boa noite enquanto nos cobre com o cobertor.

A gente costuma comprar um presente para uma mulher nesses segundos domingos de maio. Mas a gente se engana, nisso. Se for pra presentear quem é mãe na nossa vida, a gente acaba por ser egoísta.

Quem é que não tem uma avó, tia, prima, sogra, amiga, madrasta, vizinha, professora, ou sei lá o que for que não faz um tanto de coisas que poderíamos até chamá-la de mãe? Eu mesmo tenho no mínimo umas dez que se preocupam, me puxam a orelha e me querem bem. Devemos a essas mulheres, também, um especial carinho neste domingo.

E a você que é, será, foi, quase é, está perto, só um pouquinho ou nem sabe mais é mãe, obrigado por tudo que fez e faz, pelo seu saco em suportar esses malditos seres humanos, isso a torna incrível. Desejo a todas um feliz dia das mães!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Felicidade é ter o que fazer



Inspirada pelo poema de Arnaldo Antunes, parei pra pensar em algo que muitos de nós acabamos nos esquecendo devido a correria do dia-a-dia, parei pra pensar nas coisas que me fazem feliz.

Felicidade é o maior objetivo da maioria das pessoas, mas é incrível como nunca estamos 100% satisfeitos com o que temos, há sempre uma sensação de que nos falta algo.

Se a falta é de dinheiro, a gente escuta: “Quando eu tiver dinheiro vou ser feliz”, se a falta é de amor: “Eu ainda não encontrei o homem da minha vida, por isso não sou feliz”. Sempre falta alguma coisa, emprego, sossego ou até mesmo cabelo.

Mas será que felicidade é isso tudo que pensamos que ela seja? Cada um tem um conceito de felicidade, há quem diga que é um conjunto de bons momentos, há quem diga que é um conjunto de cifrões, e há quem diga, como eu já ouvi de uma amiga, que é saber dar valor às pequenas coisas da vida.

Eu fico feliz quando me escrevem cartas, ou quando me ligam no meu aniversário, quando eu chego em casa e meu cachorro faz uma festa absurda (às vezes até me machuca, mas já me acostumei), quando vou bem em uma prova, quando faço meus pais rirem, quando reprisa um filme que eu amo de paixão, um feriado prolongado, minha família toda reunida ou até mesmo ver alguém que eu gosto feliz.

Pra mim felicidade é isso, valorizar esses pequenos momentos e as pessoas ao seu redor. Pense nisso, o que faz você feliz?

“Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.”
Mario Quintana

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Mulheres e suas complicações

Toda mulher acha um exagero quando um homem lhe diz que “as mulheres são complicadas”. Mas, cheguei a conclusão de que nós somos mesmo muito complicadas, na verdade, nem eu mesma me entendo.

Porque toda mulher reclama dos homens?(e quando eu digo “toda” estou tomando por base aquelas com as quais eu convivo, inclusive eu).

E, se reclamam, porque continuam indo atrás daqueles que elas já sabem que não valem nada? Mesmo depois de ele já ter sido o maior cachorro com você, fazendo coisas do tipo: beijar outra menina na festa que ele te convidou, voltar com a ex e não te dar nenhuma satisfação ou até mesmo esquecer do seu aniversário. Porque nós mulheres perdemos tanto do nosso tempo com caras assim?

Ou então, quando um cara legal aparece, porque nós achamos, depois de um tempo, que ele se torna legal DEMAIS? Ou ele liga demais, é fofo demais, manda emails demais, flores demais. Ele é tão, tão demais que nós preferimos ficar no aniversário de 85 anos da avó do que sair com ele.

Qual é o meio termo pra nós? Um cara que além de alto, forte, bonito, sensual seja também inteligente, carinhoso, bem humorado, entenda nossa tpm, nossos problemas existenciais, não olhe o decote das mulheres na balada, tenha olhos verdes e a cara do Brad Pitt?
Seria bom mesmo. Mas será que nós estaríamos satisfeitas com ele mesmo assim? Será que depois de um tempo ele também não se tornaria legal demais, certinho demais ou amaria você demais?

Pois é, mulheres, nós somos mesmo complicadas, assumam. A gente chora quando ele não liga, mas se ele liga nós achamos que perdeu a graça, pois ficou muito fácil. Haja paciência!

Qual a solução? Não sei, afinal, eu também sou mulher e, pra mim, os homens criam problemas demais.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

O tempo e a falta dele

Tempo...
levo um segundo para falar essa palavra e dois para escrevê-la...
e lá se foram mais três segundos do meu dia.

Tudo bem, "perder" três segundos é exagero, mas meia hora esperando um ônibus não é, e muito menos uma hora ouvindo um telemarketing justificando os problemas da minha operadora de celular (espero que ele releve todos os meus xingamentos).

Pode ser meio clichê, mas nós, seres humanos da atualidade, não temos o menor tempo para fazer nada e mesmo assim passamos o nosso fim-de-semana dormindo ou então assistindo TV.

Então espera, se eu não tivesse tempo de verdade, eu não ficaria assistindo aquela porcaria dominical que todas as nossas queridas emissoras despejam ao vento.
E menos ainda ficaria esperando um ônibus... Eu poderia ir andando!
Andando e organizando o pensamento.
Andando e refletindo.
Andando e emagracendo (por que não?).

... Enquanto escrevo o meu tempo disponível para usar o computador vai indo embora e eu nem decidi ainda os emails mais importantes para serem lidos, e nem olhei meu orkut (poxa, todo mundo precisa de uma distração não é?).

A questão é que administramos mal o nosso tempo. Nem todo mundo... Mas eu sou um ótimo exemplo de desorganização... Eu e todos os que fazem faculdade, estágio, inglês, espanhol, iniciação científica, aula de música, programas culturais, escrevem em blogs...
Ufa!! Quanta coisa para ser mal administrada...

E eu estou falando só do tempo "cultural" (e revivendo as aulas de Teorias da Comunicação). Se eu me desse ao trabalho de tentar justificar a má administração do tempo biológico eu gastaria muitas palavras... Mais do que essas.

Vinte minutos escrevendo... E são 21h55. Minhas malas não foram desfeitas e nem estudei para as provas, não vi a novela (porque continuo precisando de distração...) e pior, eu nem jantei!
E lá se vai meu relógio biológico...

Talvez pudessemos administrar melhor o tempo se o horário comercial fosse estendido.

Imagine os bancos abertos até as dez da noite, os computadores da faculdade disponíveis até a meia noite e todos os lugares funcionando 24h para eu resolver o que quisesse quando quisesse!!!

Pensamentos megalomanícos a parte... Ainda acho que o tempo comercial gerencia nosso dia, mais do que o tempo biológico.

Logo, em questão de segundos serei explusa do computador porque a sala onde ele está será fechada, já que a faculdade está encerrando expediente.

Talvez um computador em casa resolvesse muitas dessas minhas questões, mas isso é outra história...

segunda-feira, 31 de março de 2008

Segunda-feira é dia de começar

Bem vindos ao universo feminino... Sim, esse lugar complexo e sem solução que se mostra ao seu redor (O complexo é regra geral e o sem solução é por minha conta).

Como todos sabem, a segunda-feira é o dia de começar...

Começar a dieta, a semana. É dia de voltar para a faculdade e dia de voltar a pensar no trabalho.
E eu, senhorita que vos escreve, serei a blogueira oficial das segundas-feiras.

Pretendo fazer um apanhado do que aconteceu no fim-de-semana e também uma prévia da semana que chega.

Nossa pretensão é divagar... Sim, apenas isso, mostrar nossos sentimentos e opiniões sobre as pessoas e as coisas que nos cercam.

Na primeira reunião do grupo ficou estabelecido que falaríamos do universo feminino e surgiu a dúvida? Mas qual universo?A faculdade? A família? O trabalho? Os filhos? (filhos? que filhos?)
Então, resolvemos que seriam crônicas cotidianas (mas que pleonasmo!).

Porém, dispensamos as questões "marido e filhos", já que estamos meio longe dessas coisas...

Cada uma de nós escreverá em um dia da semana e na sexta-feira, intitulada "Paulo-feira", nosso homem (uhhhhh), Paulo Otávio, fará um parecer geral de nossas bobagens diárias.

Agora, declaro oficialmente iniciado o blog Universo TPM.

E por falta de tempo livre, apenas inicio com um pensamento que me persegue todoas as manhãs...

"Por que eu tenho que ficar bem vestida quando eu tenho um milhão de trabalhos na faculdade, mais outro milhão de coisas no estágio e estou de mau-humor?"

(essa imagem ilustra bem o Momento TPM - créditos à Maitena, que divaga sobre o universo TPM beeeem antes de nós)